quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Eu comigo mesmo
Quando Jorge Luis Borges percebeu que o processo de cegueira chegava a um ponto crítico, da prosa voltou-se para a poesia. Diziam o críticos que seria mais fácil para o genial escritor escrever um texto mais rápido. Penso diferente. Acredito que na iminência da perda da visão por completo, Borges quis o limite; quis expressar numa linha, numa quadra, toda a dor, toda a alegria, todo sonho do mundo. Não foi fácil... foi intenso; não foi rápido...foi eterno.
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Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra , de Mia Couto, lembra uma fábula, como que contada ao redor da fogueira numa noite de inverno....
Nossa, você escreve super bem, parabéns, espero poder ler um dia algum livro seus, pois você tem sucesso *o* Beijos
ResponderExcluirgarotareading.blogspot.com.br